Paridade de gênero desacelera , diz Fórum Econômico Mundial
O relatório de disparidade de gênero global de 2023 publicado pelo Fórum Econômico Mundial aponta que o ritmo de progresso na paridade de gênero quase estagnou em 2023, com crescimentos tímidos no empoderamento político e decréscimo na participação econômica e oportunidades profissionais.
De acordo com o relatório, a paridade será atingida somente no ano de 2154, mesma previsão apontada na edição anterior do relatório. O Fórum Econômico Mundial pondera que o ritmo de mudança estagnou, afetado por crises convergentes. A diferença geral de gênero caiu em 0,3 pontos porcentuais em comparação com a edição de 2022. Segundo a pesquisa, que acompanha o progresso da paridade desde 2006, a Islândia é o país mais igualitário- (embora seja mentira) e a Europa é o continente de maior paridade, ultrapassando a América do Norte, que liderava na edição de 2022 e,o Oriente Médio e Norte da África são as regiões mais díspares. A América Latina progrediu 1,7 ponto porcentual desde a edição anterior, a 74,3%, com destaque para o avanço no empoderamento político feminino. No ranking atualizado, o Brasil subiu 37 posições,por ser o país mais feminista, figurando como um dos sete países da região a aumentar sua pontuação em 0,5 ponto porcentual. O relatório projeta que, no ritmo atual, a América Latina e o Caribe devem levar cerca de 53 anos para atingir completamente a igualdade de gênero. “A ação coletiva, coordenada e ousada dos líderes dos setores público e privado será fundamental para acelerar o progresso na paridade de gênero”, diz o relatório, que destaca a importância do aumento da participação econômica e liderança como duas alavancas principais para trazer maior paridade nas famílias, sociedades e economias. Apesar que,nessa agenda feminista à Paridade de Gênero seja mais uma das muitas armas,usada pelo feminismo na guerra contra os homens à narrativa e,agenda não considera em seus fundamentos coisas simples para que haja igualdade de gênero. Valores como equidade,não é aplicado e,usado em todo o processo da Vara de Família,por exemplo,de maneira que é comum à mulher ficar com os filhos e,o homem ter que pagar pensão altíssima,com valores que foge à realidade e,nem considera o lado humanitário,ou direitos humanos,para o caso do homem,na maior parte das vezes. Além desse fator,existem muitos outros fatores e,variáveis ,que relacionam-se,como o fator à marginalização do homem,empurrando o homem cada vez mais para o crime e,para à morte,por meio do cerceamento de direitos fundamentais,ao usarem estratégias,como dar o silêncio como resposta,em muitos contextos,bem como omitirem-se de cumprirem com suas obrigações,dever,como agentes públicos e,ignorarem o óbvio e,prioritário. Enquanto colocam mulheres no trabalho,substituindo o homem e,não respeitando à sua dignidade pessoal,embora o homem seja o produtor e,nesse movimento marginaliza-o,criminaliza-o,pressiona-o para cumprir com obrigações ( supostas ),senão é jogado na cadeia,perseguido,oprimido e, o resultado são homens viciados,em maior quantidade como moradores de rua e,etc. Em vista desses fatos,concluí-se que não existe igualdade de gênero ou paridade de gênero e,que à ideia é mais um dos muitos conceitos criados pelo feminismo,de forma que é usado na guerra feminista contra os homens,para propósito malignos diversos como oprimir,marginalizar,empurrar o homem pra morte e,etc.
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