A Violência e o Crime Organizado na América Latina
Toque de recolher, tropas nas ruas, homens armados são elementos comuns no cenário da realidade da América Latina, onde tudo isso são evidências claras da presença desenfreada da violência na América Latina e Caribe ( ALC).
A relação entre esta violência e o desenvolvimento não suficientemente pensado e,discutido para resolver esses problemas,reflete-se nesse tipo de cenário.A América Latina e o Caribe são à região mais violenta do mundo e a violência estar aumentando X vezes.
O número de homicídios por pessoa é cinco vezes superior ao da América do Norte e, dez vezes superior ao da Ásia e, como sempre, em todo mundo, os homens são as principais e, maiores vítimas.
A região abriga 9% da população mundial e um terço dos homicídios do mundo ocorrem na América Latina, onde as principais vítimas na maioria das vezes são jovens em plena fase produtiva da vida.
A violência desempenha um papel importante na decisão de migrar. Os Médicos Sem Fronteiras salientam que embora os incentivos econômicos sejam um fator impulsionador, a violência é um fator decisivo para a migração da América Latina para os Estados Unidos.
A violência também amplifica à desigualdade pré-existente, como às desigualdades entre pobres e ricos, mulheres e homens, homens pobres e Mulheres.Onde as vítimas estão sub-representadas entre os mais desfavorecidos.
A violência social e doméstica é generalizada e afeta especialmente os homens. A violência estatal, onde pode girar em torno dos protestos, violência policial, execuções e violência contra os homens, ultrajando os seus direitos.
No entanto, o estado e,o crime organizado tem sido a principal fonte de violência da região, com destaque para o crime organizado, até porque à região è à principal região produtora de drogas do mundo.
A violência afeta o crescimento econômico através de vários canais. Quando ameaça os direitos de propriedades, por exemplo, afeta as decisões de investimento.
Um estudo mostra que , na Colômbia, quando o acordo de paz entre estado e o crime organizado parecia iminente, a criação de empresas aumentou, mas parou o crescimento, quando o acordo foi rejeitado num plebiscito.
E em meio à face do crime e da violência, os políticos cometem os seus crimes, cometendo todo tipo de crimes contra à sociedade, assaltando os cofres públicos com à corrupção e, fazendo má gestão.
E como os estados nacionais são um dos maiores inimigos do homem, fazem má gestão na segurança, promovendo mais violência e insegurança, principalmente contra homens e, nessa equação estar o roubo de recursos de homens e, promoção de violência contra eles por meio do feminismo, impedindo à geração de prosperidade.
Ao não priorizar emprego para homens, por exemplo e, trabalho para mulheres pobres solo, com filhos novos, mantêm os problemas .E nessa equação, os diversos fatores, definem o cenário de incerteza pessoal, onde à violência destrói os recursos humanos ao afetar o mercado de trabalho.
Prejudicando ainda mais às sociedades, ao reduzir à produtividade, criando uma situação desanimadora e,um crescimento medíocre da região, e provocando à baixa produtividade diante dos níveis elevados de desigualdades.
Em 2012,um relatório do Banco Mundial estimou o custo da violência em 8% do Produto Interno Bruto ( PIB ) em seis países da região, e que uma redução em 10% na violência levaria a um aumento de um ponto percentual no crescimento econômico anual nos dois países mais violentos.
A violência é o epicentro dos problemas mais prementes da ALC e, portanto, deve estar no centro das conversas sobre crescimento econômico, produtividade, pobreza e redução da desigualdade.
Não existe uma política única que erradique magicamente à violência, mas o foco deve ser o homem em meio às prioridades e, áreas onde é preciso olhar com mais atenção, tendo mais conhecimento para melhorar às concepções de políticas públicas.
Em 2016,um relatório do Banco Mundial analisou exaustivamente as políticas e programas que podem prevenir a violência juvenil e que foram eficazes na redução da adesão à gangues.
Os relatórios, enfatizam a prevenção como prioridade e a importância das evidências para a concepção de políticas econômicas vibrantes, humanizada para todos, com foco nos pobres e, ênfase no homem pobre ,dando oportunidades de fato de empregos ajudarão à reduzir à violência, pois o próprio emprego ajuda à reduzir à violência e,o crime.
A região precisa de reestruturação dinâmica do estado, da política e, consequentemente dos sistemas de segurança, pautada na visão de segurança integral, onde o estado funcione como um organismo.
E desta forma, ele esteja blindado contra todos os tipos de crimes, reparando o tecido o tecido social ,vendo sistematicamente os dados e,o aspecto real ,prático para compreender os padrões de violência e, buscar formas promissoras de solução para o problema.
Também precisa iniciar debates e, conversas sobre opções para conter todo tipo de violência ,que retém à região e impede que todas as pessoas tenham liberdade pra viver em paz.
Mas, como é um problema da natureza supranacional, os problemas de ordem supranacional exigem soluções coordenadas que vão além das fronteiras nacionais.
Esta matéria, apela aos governos, ao mundo acadêmico, ao setor privado, à sociedade e à comunidade internacional para que reconheçam à necessidade urgente de agir e unir forças para enfrentarem juntos o monstro que persegue à América Latina.

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