As Origens do Feminismo
As origens do feminismo remontam à antiguidade, com o conhecimento das ideias, artifícios e estratégias que caracterizam seus fundamentos. Desde então, encontramos referências às origens e fundamentos do feminismo, através de relatos e registros. Por exemplo, a história de Lilith, que segundo algumas tradições foi considerada a primeira mulher de Adão, demonstra elementos do feminino. Além disso, rainhas egípcias tinham ideias que refletiam um plano onde mulheres assumiriam o poder no lugar dos homens.
Na antiguidade, era comum que os homens lutassem, guerreassem e combatessem até a morte em confrontos, independentemente das motivações,onde geralmente sempre girava em torno dos objetivos da defesa de terras, propriedades, mulheres, crianças, territórios e reinos contra invasores. Um exemplo era a realidade em Esparta, região da Grécia, onde a civilização espartana tinha toda uma cultura e realidade feminista, sacrificando homens para garantir amplas e plenas condições estratégicas e favoráveis às mulheres. Essa cultura evoluiu ao longo dos tempos até os dias modernos.
Com o tempo, essas ideias evoluíram e, desde a Idade Média até a atualidade, a humanidade ainda não aceitou o fato de que o maior alvo da violência é o homem, ao ponto de sofrer genocídio geracional,civilizações após civilizações. Embora tenha havido uma evolução da humanidade,desde a Idade Média até à atualidade,permitindo condições e,meios para equilibrar as coisas e evitar tanta mortandade de homens, consequentemente evitando o genocídio geracional de homens geração após geração à humanidade ainda não aprendeu à ter compaixão e humanidade para com homens.
Essas ideias e realidades, que refletem todo um fundamento das origens do feminismo, seja por guerras ou por uma realidade prática organizacional das sociedades, foram tomando dimensões até que as referências modernas sobre as origens do feminismo se baseassem de forma um pouco mais específica, especialmente no período da Segunda Guerra Mundial, onde surgiu a primeira onda feminista na Europa e nos Estados Unidos, caracterizada como uma guerra híbrida contra os homens. Um exemplo disso é o cartaz amplamente divulgado de uma mulher armada, simbolizando essa guerra.
O cartaz "Rosie the Riveter", do período da Segunda Guerra Mundial, mostra uma mulher com um lenço vermelho na cabeça e um uniforme de trabalho, flexionando o bíceps com a legenda "We Can Do It!" (Nós Podemos Fazer Isso!). Este cartaz tornou-se um ícone do movimento feminista e é frequentemente associado à primeira onda feminista. Existem variações desse cartaz retratando Rosie, que se tornou um ícone dessa primeira onda. Há diversas interpretações sobre a mensagem do cartaz, mas foi o início da guerra híbrida contra os homens, onde muitas mulheres e feministas lutaram para esconder a mensagem oculta por trás dele, uma declaração de guerra velada contra os homens, típica do modus operandi na guerra híbrida.
Uma prova disso é que, enquanto jovens americanos iam para a guerra lutar contra o nazifascismo, as mulheres em solo americano aproveitavam para protestar contra o "patriarcado" opressor. Note a falta de sensibilidade e a falta de humanidade delas em relação aos homens, que estavam sendo sacrificados por elas, pela nação e pelas crianças.
Essa memória incomoda e perturba uma grande quantidade de homens e constitui uma das razões da falta de qualidade de vida dos homens, por estar ligada ao sofrimento psíquico. Além disso, olhando para toda a história, vemos que os homens sofrem genocídio, geração após geração, civilização após civilização, ciclo após ciclo da humanidade, e sempre o mesmo padrão se repete. Sem contar que a grande maioria dos homens não entende ou não aceita enxergar essas coisas e tantas outras relacionadas ao feminismo como uma guerra contra os homens.

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